CDS/PP – Da aniquilação à demonstração inequívoca de força

Foi no passado sábado que, como é já tradição, decorreu no calçadão de Quarteira a “Festa do Pontal”.

Mais uma vez, enquanto militante do Partido Social Democrata, fui um dos mais de 3500 que marcaram presença naquela que é muito mais que uma simples festa de Reentrada no novo ano político. Marquei presença naquela que é uma verdadeira festa da Família social-democrata, onde se encontram os novos e os velhos, os do Norte e do Sul, os Que se vêem todos os dias e aqueles que só se vão vendo nestas alturas.

Na edição de 2015 da Festa do Pontal, houve uma novidade, presa ao calendário Eleitoral, Paulo Portas e o CDS/PP estiveram presentes.

No balanço desta festa, à qual este ano se chamou “Rentrée da Coligação Portugal à Frente”, da esquerda apenas ouvimos críticas cerradas à subserviência do Partido Popular, que, segundo essa esquerda, ao marcar presença na Festa do Pontal, demonstrou claramente que apenas é um apêndice eleitoral do Partido Social Democrata, estando assim à beira do fim como partido autónomo.

Mais uma vez, sobre aquelas que foram as intervenções políticas quer de Pedro Passos Coelho, quer de Paulo Portas, por parte da esquerda nem uma palavra.

Nesta Festa do Pontal, o CDS/PP não deixou de existir como partido autónomo, nem o PSD dele fez um adereço. Como em qualquer festa, não deixamos por convidar aqueles que nos são mais próximos.

Em 2015, no Calçadão de Quarteira, foi escrita mais uma página da história. Foi escrita a página que relata que pela primeira vez, uma coligação levou o seu mandato até ao fim, sendo candidata (assim mesmo, em coligação), a um novo mandato, estando junta e mostrando inequivocamente a união e a força com que se apresenta aos eleitores.

Uma força que não servirá, como a de outros, para a todo o custo captar votos, mas sim, para que
Portugal continue no caminho do sucesso, para que Portugal continue a poder mais.

Dois mil e quinze, ficará na história, como o ano em que o CDS/PP, se juntou ao PSD na Festa do Pontal.


Pedro Miguel Carvalho

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