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Frango quase cru servido na cantina de uma escola da Maia

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Estão a circular na internet fotografias de comida mal confecionada, de franco quase cru, servido numa cantina escolar da Maia. A Confederação Nacional de Associação de Pais já manifestou preocupação.

A ementa dizia frango assado com massa macarronete, com tomate, milho e pimento e a escola em questão, é a EB 2/3 da Maia, onde foram servidas mais de 500 refeições, ontem, quinta-feira, tendo sido fotografada por um aluno, uma refeição de frango mal cozinhado. Têm sido vários os casos tornados públicos, de refeições em más condições, que são servidas em cantinas escolares. Já no passado dia 26 de outubro, foi colocado a circular um vídeo de uma refeição, servida numa escola de Braga, onde se vê uma lagarta viva a nadar no prato e também na mesma escola em Braga, foi servido frango cru. Desta vez, foi na Maia.

A Confederação Nacional de Associação de Pais considera inacreditável ser possível servir um prato nestas condições a crianças, indicando que o problema começa pela formação das pessoas que fornecem o serviço, apontando também problemas à fiscalização.

A empresa responsável por este serviço é a Uniself, que ainda não se manifestou sobre o caso.

Há dois dias atrás, no dia 15 de novembro, a Secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, no debate da especialidade, sobre o Orçamento do Estado para 2018, afirmava que iria reforçar a fiscalização, garantindo que o caderno de encargos celebrado com as empresas que estão a fornecer este serviço assegura, quer em qualidade, quer em quantidade, as refeições escolares: “… o que está em causa é a fiscalização e posso aqui anunciar que a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE) criou em cada uma das suas delegações regionais uma equipa de intervenção com dois ou três funcionários para fazer vistoria sistemática e repetida a todas as escolas da sua região”. Ficou por explicar quais as razões e de quem é a responsabilidade do surgimento de tantos problemas com refeições escolares.

Os números do Ministério da Educação apontam para 40 casos queixas relativas à qualidade da comida servida aos alunos, apenas este ano.

 

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