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Maia: terra de oportunidades*

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A Maia, ao longo das últimas décadas, tem sedimentado a sua faceta de território de oportunidades, solidário, gerador de emprego e de riqueza. A crise nacional que atravessamos e o atual paradigma de gestão autárquica colocam novos desafios aos executivos autárquicos, a que Câmara Municipal da Maia tem sabido responder.
Depois de um período em que se privilegiou, e muito bem, a construção de infraestruturas que valorizaram o município, catapultando-o para patamares cimeiros, a nível nacional, em termos de qualidade de vida e de atração de investimento, explorando, também, as vantagens da localização estratégica do concelho, na Área Metropolitana do Porto e na Região Norte, encontramo-nos, agora, numa fase em que as autarquias assumem-se como agentes promotores da qualidade de vida e facilitadores do desenvolvimento económico e social.
Os efeitos da estratégia política, que tem merecido, mandato após mandato, o reconhecimento dos maiatos, com sucessivas maiorias absolutas, são sentidos, como sempre, pelos próprios maiatos, em várias áreas, mas, também, são reconhecidos por diversas entidades, nacionais e internacionais.
Exemplo disso são os resultados patentes no Anuário Estatístico da Região Norte, publicado pelo Instituto Nacional de Estatística, no passado mês de dezembro. Nesse documento, merecem destaque os valores das exportações de bens e serviços das empresas maiatas que colocam a Maia como o terceiro concelho mais exportador da região, com valores a rondar os 1,2 mil milhões de euros, só suplantado por Vila Nova de Famalicão (1,6 mil milhões) e pelo Porto. É importante, ainda, destacar o desempenho da Maia em termos de volume de negócios das indústrias transformadoras por município sede. Também aqui, a Maia afirma-se no contexto da região Norte, como o terceiro município, com um volume de negócios de 2 mil milhões de euros, atrás de Famalicão (2,4 mil milhões) e de Vila Nova de Gaia (2,2 mil milhões).
Mas não são apenas os dados do INE que destacaram, nas últimas semanas, a Maia e que deram a conhecer indicadores que orgulham qualquer maiato.
A consultora internacional Bloom Consulting divulgou no presente mês de fevereiro um ranking de municípios portugueses que tem em conta três dimensões: negócios (nomeadamente o investimento), o turismo e a qualidade de vida. Neste ranking surgem indicadores bastante positivos que colocam o concelho em patamares cimeiros, em termos regionais e nacionais, nas áreas dos negócios e da qualidade de vida. No contexto dos 308 municípios portugueses, a Maia surge em quinto lugar na dimensão de negócios e em décimo quinto lugar na dimensão “viver”, que contempla indicadores relacionados com a qualidade de vida.
A Maia é destacada pela consultora responsável pela elaboração do ranking como um município dinâmico em termos de criação de novas empresas, apresentando, também, um rácio de empresas por habitante elevado, o que consubstancia um clima favorável à promoção do empreendedorismo.
Podíamos ser ainda mais minuciosos e alargar a análise a indicadores de outras áreas, como a educação, a saúde, o desporto, a cultura ou o ambiente. É o sinal mais evidente de que as medidas políticas levadas a cabo nas últimas décadas valeram a pena, de que a estratégia e o rumo traçado têm sentido e colocaram sempre as pessoas e a Maia em primeiro lugar.
Mais do que o reconhecimento dos números e a posição em diversos rankings, o que nos motiva é o facto de sabermos que os maiatos sentem os efeitos destas políticas no seu quotidiano, que se traduzem na melhoria da qualidade de vida e dos níveis de bem-estar da população.
Numa comunidade dinâmica como é aquela que existe na Maia é claro que persistem problemas e novos desafios vão surgindo. O reconhecimento desses problemas e desafios, com uma atitude realista, dialogante, construtiva e cooperante constituem o melhor caminho para que a Maia continue a melhorar e a desenvolver-se, afirmando-se, cada vez mais, como um território de oportunidades, inclusivo, competitivo, criador de riqueza e promotor do desenvolvimento humano.
* Adaptação da intervenção realizada na Assembleia Municipal da Maia, de dia 28 de fevereiro de 2014, pela Coligação “Sempre pela Maia”.

Hélder Quintas de Oliveira

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