Maiambiente esclarece a opção pelo novo modelo de comunicação

O novo modelo de comunicação dos calendários de recolha de resíduos da Maiambiente, motivou reações, e levou a empresa a emitir um pedido de desculpas. A empresa já tinha antes disponibilizado uma linha verde para esclarecimentos, que na última semana recebeu um volume de chamadas elevado.

Na sua página de Facebook pode-se ler:

“O novo modelo de comunicação dos calendários de recolha de resíduos, teve por objectivos ser mais cómodo, mas interactivo e mais moderno, numa tendência de desmaterialização de processos que nos parece irreversível. Foi também fundamentada por saber-se que mais de 70% da populução é utilizador frequente da internet. Foi por isso introduzida na convicção de que a população sem acesso aquele recurso seria residual, mas que ainda assim poderiam recolher a informação nas Juntas de Freguesia ou empresa, algo que acontece regularmente para muitas outras situações similares. Foi também disponibilizada uma linha gratuita para esclarecimentos.
Foram estes os motivos que nos levaram ao envio de mais de 60.000 circulares, distribuídas pelos CTT, com aquelas informações.
Nunca a questão financeira, sempre importante, foi orientadora desta opção, mas antes o facto de, em anos anteriores, terem sido identificadas falhas na distribuição de calendários porta-a-porta. Tal deve-se à complexidade de associar 89 diferentes calendários de recolha às respectivas moradas dos utentes, facto que impede uma distribuição generalista, nomeadamente incluída na factura dos SMEAS.
Reconhecemos que erramos na avaliação do risco desta opção e por isso pedimos desculpas pelo incómodo causado,em particular pela dificuldade de contacto telefónico na última semana, motivada pelo volume de chamadas.
Entretanto, mantêm-se disponíveis todos os canais para a recolha de informação indicados na circular.
Com a maior brevidade que nos for possível, procuraremos eliminar as dificuldades existentes, corrigindo e melhorando as opções adoptadas e pedindo uma vez mais compreensão.”

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