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Obras no túnel da A4 paradas

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As obras de alargamento da A4 entre os nós de Águas Santas, na Maia, e de Ermesinde, em Valongo estão paradas há várias semanas. Apesar do novo túnel já estar rasgado, o resto da empreitada está parada.

Brisa argumenta que a paragem se deve a uma impugnação judicial. Deputados do PSD questionam Governo. Utilizadores daquele troço, onde circulam mais de 60 mil veículos, tecem críticas à situação.

A Brisa justifica o “retardamento no início dos trabalhos com o facto do processo adjudicatório ter sido objeto de impugnação”, explicou a concessionária em esclarecimento enviado à agência Lusa. A empresa alega que a impugnação “fez suspender automaticamente o referido processo”, garantindo que “logo que esteja decidido o processo judicial em curso” a empreitada retoma os trabalhos. Ainda segundo a concessionária, a construção do túnel de Águas Santas está em “fase final de acabamentos e instalação de equipamentos”.

Deputados do PSD questionam Governo sobre paragem

Os Deputados do Partido Social Democrata questionaram o Ministério do Planeamento e das Infraestruturas sobre a paragem das obras de alargamento do sublanço da autoestrada A4, que implicou a construção de um novo túnel em Águas Santas. O grupo parlamentar dirigiu ao Governo um requerimento, no passado dia 12, em que questiona a razão da paragem das obras.

Em requerimento o PSD pergunta também quando se retoma a empreitada de alargamento da A4, em curso já há dois anos, designadamente no sublanço que liga os concelhos da Maia (freguesia de Águas Santas) e de Valongo (freguesia de Ermesinde).

“Quando prevê o Governo que as obras em questão estejam concluídas e o sublanço entre Águas Santas e Ermesinde fique finalmente alargado e aberto à circulação rodoviária?”, questiona o PSD, para quem a paragem das obras constitui uma “situação inaceitável” e, por isso, pedem ao Governo que “promova urgentemente a retoma dos trabalhos (…), não adiando por mais tempo a resolução de um problema que afeta gravemente uma parte não despicienda da população do Grande Porto”.

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