Poder podia… mas não era a mesma coisa!

Já todos percebemos que estamos em período pré-eleitoral. Muito se tem conversado, desconversado, tentando compreender muitas vezes coisas que não podem ser compreendidas.

Lutas quase poéticas por um lugar que levam a mentiras, que condicionam acções de outros como que em jogo de xadrez onde todos tentam perceber a jogada seguinte, com a sua jogada.

Tenho habituado os leitores a factos. Por isso é esse o exercício que me proponho fazer neste espaço, dar os factos pré-eleitorais de forma ao leitor tomar decisões da única forma que eu próprio gosto de fazer: uma decisão informada. Recuso-me à figura de politiqueiro e às politiquices, por isso tentarei ser o mais objectivo possível.

Temos tido grandes figuras de destaque politico na maia nos mais variados quadrantes políticos. Permitam-me que comece pela já nomeada a menina da maia – Dra. Emília Santos. O seu trabalho no terreno é notável, e não há ninguém que não a conheça. De uma actividade intensa nas redes sociais, tem conseguido levar a sua mensagem e mostrar o seu trabalho de uma forma simples e eficaz. Dona de um sorriso cativante, de uma palavra simpática é já uma das grandes figuras politicas incontornáveis da Maia

Vivemos na sombra da visão que o Professor Dr. Vieira de Carvalho tinha para a Maia, contudo foi o homem que lhe seguiu que a pôs em prática, que melhorou o rascunho, que fez o que tinha de ser feito, que disse o que precisava de ser dito, e que hoje é reconhecido como um dos melhores autarcas de sempre do país, o nosso Eng Bragança Fernandes. Podíamos ter querido melhor?

Mas ele não o teria conseguido sozinho, soube montar uma equipa que agilmente transformou numa máquina autárquica tremenda. Comecemos pelo já conhecido candidato à camara municipal, o Eng. António da Silva Tiago. Responsável por um dos pelouros mais difíceis, o urbanismo, conseguiu transformar a Maia numa cidade vistosa, com pouco problemas residenciais, com resposta para todos os quadrantes sociais, que tornam a maia apetecível a um grande número de novos residentes.

Mas podemos continuar, pela solidariedade social, pela educação (uma das paixões do presidente) pelos recursos humanos, pelo desporto (cidade do desporto recentemente, com zonas desportivas dedicadas e renovadas), no âmbito da politica internacional com viagens e tentativas de contactos frequentes para melhorar a nossa politica externa e a cultura, sendo aqui se calhar um dos pontos que mais tem marcado a nossa maia: teatro cómico, world press photo, cinema ao ar livre no verão, concertos dedicados, feira de artesanato da maia, enfim…

Tanto havia para falar, para mostrar para discutir. Enquanto mostro estes dados, corre um formulário online de um partido concorrente às próximas eleições a perguntar como e o que é que poderia ser melhorado.

Com tudo isto deixo, naturalmente, a escolha do lado do leitor. Mas parece-me que a máquina autárquica da Maia actual, sabe bem dar conta do recado.

Há novos projectos? Novas ideias? Claro que há? Aproximam-se tempos de repensar urbe, de repensar transportes, de repensar comunicações de se reinventar a forma de se ser munícipe.

Posso contribuir com várias ideias, desde a possibilidade de carregamento dos carros elétricos dentro da cidade, à maior divulgação dos eventos culturais que aproximem os munícipes ainda mais da sua cultura, à junção de zonas comerciais com eventos de forma a catalisar o comercio maiato, e à mobilização dos maiatos junto das nossa coletividades que eu tão agradecidamente tenho colaborado.

Se podia tudo ser diferente? Poder podia… mas não era a mesma coisa!

Ricardo Filipe Oliveira,
Médico;
Doc. Universitário UP;
Lic Neurof. UP;
Mestre Eng. Biomédica FEUP,
[email protected]
www.ricardofilipeoliveira.com
Não escreve ao abrigo do novo acordo ortográfico.

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