Notícias Maia

Vieira de Carvalho acusa Executivo de “não cumprir com a palavra”

Partilhas

Em mais um comunicado na sua página de Facebook, no dia 5 de dezembro, Francisco Vieira de Carvalho, atualmente vereador sem pelouro na Câmara Municipal da Maia, informou que a Coligação liderada por si (PS/JPP), votou contra os impostos em reunião de Executivo, afirmando que “a Coligação “Maia em Primeiro” PSD/CDS, apesar de também ter prometido a diminuição de impostos, não cumpriu a sua palavra“.

A Coligação “Um Novo Começo” votou contra os impostos propostos pela Coligação “Maia em Primeiro” PSD/CDS, afirma Vieira de Carvalho.

Em relação a impostos discutidos na reunião de Câmara ocorrida na semana passada, o vereador afirma que a taxa de IMI, a taxa varável de IRS e a derrama (IRC), não sofreram nenhum tipo de redução, contrariando aquilo que foi prometido em campanha, pela Coligação “Maia em Primeiro”.

O líder da oposição afirma que “a taxa de IMI apresentada para prédios urbanos foi de 0,385%, uma das mais elevadas do País”, enquanto viu ser chumbada a proposta da Coligação PS/JPP, que pretendia “descer a taxa para os níveis de Lisboa ou Porto, ou seja, 0,30% ou 0,32%, e ainda a adopção do IMI familiar (desconto para famílias com dependentes)”. Também a taxa variável de IRS que foi apresentada foi de 5%, segundo o autarca, valor “máximo permitido”, quando foi levada a proposta de descer para 2,5%, e ainda reverter integralmente esta receita a favor das IPSS da Maia”.

Vieira de Carvalho garante que as propostas de redução de impostos levadas a reunião de Câmara, “são muito importantes para as famílias da Maia”, e que consubstanciam aquilo que foi prometido pela sua candidatura aquando das eleições, e visavam “dar mais rendimento disponível aos cidadãos”.

Também a “derrama (IRC)”, segundo o mesmo, “foi aprovada com as taxas de 1,5% e 0,6%, respectivamente para empresas que facturem mais e menos de 150.000€ por ano”, enquanto a proposta da coligação PS/JPP “foi de 1,2% e 0,5% respectivamente, e ainda a isenção total durante dois anos, para as novas empresas que criem pelo menos cinco postos de trabalho”.

O líder da Coligação “Um Novo Começo”, que acabou por sair derrotada das últimas eleições autárquicas, defendeu ainda no mesmo comunicado, que “a Maia tem que ser competitiva fiscalmente, face aos concelhos vizinhos e pró-activa em busca de mais e melhores empregos para todos”, rematando que “as promessas não são mera campanha eleitoral, são medidas para serem levadas a sério e para serem cumpridas”.

COMENTE

Partilhas

Newsletter

E-mail
Top