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Apesar do desinvestimento da TAP, passaram pelo Aeroporto um total de 371 mil passageiros.

De acordo com os dados relativos a julho, referentes à monitorização mensal do tráfego aéreo, da Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC), passaram nesse mês pelo aeroporto localizado na Maia um total de 371094 passageiros, o que significa um crescimento de 392,2% relativamente a junho deste mesmo ano.

Notícias Maia

Apesar do aumento, números nacionais do último mês representam apenas um terço dos movimentos registados em julho de 2019. No segundo trimestre, a TAP perdeu quota de mercado nos aeroportos nacionais e foi ultrapassada por outras companhias no Porto e também em Faro. Mesmo assim, de acordo com os primeiros dias de agosto, a indicação é de que a recuperação prossegue.

No Aeroporto Francisco Sá Carneiro, a TAP, que foi a segunda companhia aérea que mais passageiros transportou (19%, atrás dos 36% da Ryanair) no primeiro trimestre, desceu para o oitavo posto, com apenas um em cada 20 passageiros que chegam e partem do Porto (5%).

Para o presidente da Associação Comercial do Porto (ACP), Nuno Botelho, os dados divulgados pela ANAC, a meio de agosto, não são mais do que a “confirmação” de que a TAP “não presta um serviço ao todo nacional”.

Lojistas criticam ANA

Os lojistas que estão a explorar os espaços de comércio nos aeroportos portugueses apontam o dedo à concessionária, ANA – Aeroportos de Portugal, pelo facto de não terem direito a qualquer tipo de desconto pelo espaço, numa altura em que o tráfego continua muito baixo. Apontam ainda que não foram dadas a estes empresários as mesmas condições que foram atribuídas a quem está nos centros comerciais.

Em causa está o diploma aprovado pelo Governo que prevê o não pagamento da renda fixa até março de 2021, cabendo aos lojistas o pagamento apenas da renda variável, ou seja, conforme o volume de vendas. Ainda assim, terão de assumir as chamadas despesas comuns, como limpeza, segurança e eletricidade.

De acordo com o último estudo feito pela Associação de Marcas de Retalho e Restauração (AMRR), as vendas das lojas dos centros comerciais continuam em queda, na ordem dos 43% face ao período homólogo.

 

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