“Não haverá seguramente festejos de Carnaval e a Páscoa também não será a Páscoa que conhecemos”

A Assembleia da República debateu e aprovou o 11º diploma do Estado de Emergência que o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa submeteu, ao início da noite de ontem, aos deputados.

Cozinca

O diploma foi aprovado com os votos favoráveis de PS, PSD, PAN, CDS-PP e da deputada não inscrita Cristina Rodrigues. O Bloco de Esquerda voltou a abster-se, enquanto PCP, PEV, Chega, Iniciativa Liberal e a deputada não inscrita Joacine Katar Moreira votaram contra.

António Costa, depois de reunido o Conselho de Ministros, anunciou está quinta-feira, 11 de fevereiro, que “não é momento para discutir desconfinamento, total ou parcial”.

O primeiro-ministro garantiu que o Governo vai manter, “no essencial”, o decreto aprovado há 15 dias, prolongando ao longo deste mês as medidas que “já são conhecidas.

Sobre o regresso do ensino presencial até à Páscoa, declarou que é prematuro anunciar qualquer alteração. As aulas foram iniciadas de forma remota “e assim nos manteremos”. “Se vamos poder regressar ao ensino presencial antes ou depois das férias da Páscoa, é prematuro”, diz e pede que “não nos concentremos no desconfinamento”, mas que se cumpram as medidas.

Quanto à Páscoa, “está fora deste período, teremos tempo para ver”. No entanto: “Não haverá seguramente festejos de Carnaval e seguramente a Páscoa também não será a Páscoa que nós conhecemos”.

Aos jornalistas, António Costa explicou que neste novo estado de emergência “não há venda de roupas, não há venda de bens não essenciais”. A única exceção é a que resulta do decreto do Presidente da República que proíbe o Governo de “proibir a venda de livros e material escolar nos estabelecimentos que se mantêm abertos”, como super e hipermercados.

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