Mais de 75% dos inquiridos num estudo da Deco afirma que evita espaços públicos devido ao receio de contágio de Covid-19 e 68% afirma que as suas férias de verão foram prejudicadas com a pandemia.

Os inquiridos da associação de defesa do consumidor manifestam receio de voltar às rotinas anteriores ao início da crise provocada pelo novo coronavírus.

Cozinca

Entre 16 e 20 de julho foram mais de três quartos dos 1006 inquiridos online, entre os 18 e 74 anos, que declaram que evitaram ou deixaram mesmo de frequentar espaços públicos, como restaurantes, transportes públicos ou centros comerciais, e mais de 50% cancelou ou adiou as férias e perto de metade adiou a compra de casa ou carro.

Quando a serviços de saúde, sete em cada dez inquiridos afirmaram ter adiado, pelo menos, um serviço de saúde agendado e 22% referiram que foram cancelados desde o início da pandemia.

“É urgente que as unidades de saúde reagendem essas consultas, exames de diagnóstico e cirurgias adiadas ou canceladas ao longo dos últimos meses, sob pena de vermos aumentar a taxa de mortalidade e de morbilidades por falta de acompanhamento de todos os doentes “não-Covid””, conclui a Deco, na análise do inquérito, citada pela Lusa.

A Deco sublinhou que estes danos colaterais da Covid-19 levam a prever consequências graves para o futuro próximo, com um impacto direto no aumento da taxa de mortalidade e de morbilidades na população.

Os supermercados foram os estabelecimentos comerciais que sofreram a quebra na procura mais baixa e três quartos dos inquiridos consideraram ainda que os transportes públicos são pouco seguros, incluindo as viagens de avião, de autocarro ou de comboio.

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