1. Fraude científica.
Ninguém sabe o que é o Covid. O Dr. Klaus Püshel, medico forense em Hamburgo, referiu recentemente na televisão alemã, que “julgamos saber o que é”, mas ninguém sabe. Porque ninguém o conseguiu isolar. E ninguém o conseguiu isolar porque não existe. A narrativa do Covid passou tão insistentemente nos media, televisões e jornais, que a mentira pegou como verdade. Como dizia Goebbels, ministro da propaganda de Hitler, “uma mentira repetida insistentemente torna-se verdade”. Agora é difícil desfazer o encanto. E isso é o que os media teimam manter: o encanto. Mas não funcionou. Não só toda a ciência admite não ter conseguido isolar o tal vírus, como o Covid se está a revelar mais como um vírus económico do que um vírus biológico, isto é, a funcionar operativamente para resultados económicos mundiais. Nunca tinha havido tanta divida mundial desde a II Guerra Mundial, nada que faça tremer as cadeiras dos conselhos de administração dos bancos centrais.

DS Crédito

Além disso, os afanados testes que são requisitados por avulsos exarcebadores de zelo são totalmente cómicos: os testes não medem o vírus (porque não existe), medem a imunidade ao presumido vírus, como a temperatura e outras condições imunológicas. Se estiver nos parâmetros de positividade não significa que tenha o vírus, pode ser constipação, gripe ou outra coisa qualquer. Mas poderá contabilizar para o campeonato do Covid. A ONU e a OMS agradecem. O mencionado Dr. Püshel, referiu que todos os pacientes do tal Covid que dissecou nas suas autopsias eram homens entre os 50 e os 100 anos, onde a principal incidência do tal vírus foi na faixa etária dos 80 anos. Mas “todas estas ‘vitimas’ eram portadoras de uma ou mais doenças graves”. A mesma situação aconteceu em Itália, onde 90% das vitimas eram idosos portadores de doenças cronicas graves.”O medo foi a pior doença que a operação Covid transmitiu”, comentou o Dr. Püshel, e adiantou: “não se devia ter comparado este vírus, muito menos inofensivo do que se pensa, à II Guerra Mundial” , fazendo referência à precipitação política de Angela Merkel e ao oportunismo de funcionários públicos de toda a Europa.

2. As fraudes do Covid

O Presidente da Tanzânia, reputado biólogo internacional, resolveu testar os testes do Covid, enviando uma amostra para teste. O resultado deu positivo. O que o presidente da Tanzânia não contou é ter enviado uma amostra de uma papaia (um fruto parecido com a banana). A comédia não fica por aqui. Autoridades espanholas queixaram-se que os testes de Covid vinham infectados e programados, e quando pediram novos testes eles continuaram a vir pré-infectados. E o Project Veritas, um grupo de jornalistas que usam câmaras ocultas e delatores, denunciou como uma reportagem da CBS tinha sido totalmente encenada para gerar medo nos espectadores: a equipa de reportagem encenou uma situação dramática para ser transmitida nas noticias de uma sexta-feira à noite. Assim, os repórteres encenaram uma fila de carros à espera de entrarem num hospital, mas os carros eram dos médicos e do pessoal do hospital; e a azafama com que os enfermeiros surgiram na reportagem foram os segundos mais cansativos de toda as suas carreiras, porque era tudo encenação; além disso, os repórteres tambem usaram actores pagos. A CBS cancelou a reportagem. Muitos outros testemunhos revelam o mesmo: nos EUA, foram filmados cenários de desespero, dramas, agitação e até as longas filas de espera, apenas para as câmaras de televisão. Porque quando os holofotes se apagavam o cenário dramatizado desaparecia – não havia utentes ou pacientes reais, na maioria eram funcionários do próprio hospital a forçarem os 30.000 dólares do governo por cada paciente do tal vírus. Há dezenas desses testemunhos de cidadãos-repórter que filmaram hospitais sem qualquer fila, ou utente. Mas quando apareciam as câmaras de televisão formavam-se as filas com os funcionários do hospital. Um outro vídeo, de um jornalista, mostra como repórteres usam a ‘mascara-covid’ durante as reportagens, mas assim que as câmaras se desligam retiram as mascaras e voltam ao natural convívio da proximidade.

Em Inglaterra, nenhum dos hospitais de campanha de emergência criados pelo governo foram usados. Estiveram sempre vazios e o governo de Boris fecha-los-á esta semana. Além disso, os hospitais ingleses estão a 1/4 da sua capacidade, porque o pânico afastou os pacientes que realmente precisam de cuidados médicos, como os pacientes com cancro.

A reportagem mais polémica foi a que mostrou enfermeiras inglesas a denunciarem que idosos estão a serem “assassinados” (esse é o termo usado) nesta operação de confinamento: idosos ingleses são, não apenas o alvo privilegiado dos famigerados testes, como os seus familiares são pressionados por médicos e administrações de hospitais a assinarem termos de responsabilidade (que significa anulação da necessidade de autopsia).
Nos EUA, dois médicos Californianos, os doutores Dan Erickson e Artin Massihi, denunciaram que 99.04% da população californiana, estava imune e ‘coronamente’ saudável. O vídeo foi divulgado no YouTube, mas imediatamente censurado e removido. Em Portugal um psicólogo de um hospital do Distrito do Porto fala dos preocupantes ‘casos paralelos’, como traumas, fadigas psíquicas, quedas, violência domestica, demasiados episódios muito mais associados ao confinamento do que ao presumido vírus. Na cidade da Maia, carrinhas da ‘Protecção Civil’ (sic) e da Câmara Municipal ameaçavam a população com altifalantes, gerando pânico, inquietação e mais vitimas paralelas.

Muitas outras denuncias estão a vir a lume: como casos de pneumonia e gripes registadas por Covid para hospitais obterem apoios e subsídios. O cúmulo atingiu os píncaros quando um ousado utilizador do Twitter ironizou que uma vitima de mordida de tubarão tinha sido autopsiado com o tal Covid. À parte os olhares de soslaio, a verdade é que a narrativa do Covid não vai voltar a ser a mesma. É, segundo dados científicos (e à mesma altura do campeonato), muito menor do que a do HIV-Sida e não se fechou a sociedade. Então porque se fechou a economia? Não foi pela saúde publica, foi pela saúde de supermercados, telecoms, mega empresas comerciais da internet (Amazon) e oportunismos como a dos funcionários públicos a receberem salários na totalidade, enquanto a maioria da população se afunda em preocupações.

3. Os media e a fraude

Os media anunciaram que Trump não ganhava, Trump ganhou. Que o Brexit era uma minoria, é a maioria. Que o Covid ia matar 65 milhões, nem a 10% disso chegou. Os media nunca nos disseram que 99,99% das pessoas não estão infectadas. Os media não nos lembraram as outras epidemias que nunca foram tão dramatizadas, desde o HIV ao Zika, bem mais mortíferas e não cantonaram ninguém. Os media nunca nos mostraram números de sossego e percentagens como estas: Espanha 0,034% de mortes (16.353 numa população 46,94 milhões); Itália, 0,005% de mortes (3.405 numa população de 60,36 milhões); China 0,0002 % de mortes (3.245 numa população de 1.393 biliões); Portugal, 0,008 % (850 casos numa população de 10,28 milhões); Suécia (não fechou a economia), 0,0006% de mortes (256 casos numa população de 40 milhões). Em geral, 99,98% da população europeia e mundial não foi infectada (nem nunca será) mas está aprisionada. Sejamos sinceros: a probabilidade de infecção pelo Covid é de menos de um caso, em todo o estádio da Luz, lotado.

Mas fechou-se a economia. Gerou-se medo. Pânico, que colocou jovens mães com crianças ao colo a soluçarem de incerteza e confusão nos supermercados; mães sob ataques de nervos, amparadas pelas famílias e vizinhos, violência domestica avulsa, raivas silenciosas, amigos e vizinhos desligados, sociabilidades reduzidas a sinais de bandeiras, tristeza, e a fatal e sinistra auto-promoção das elites politicas (a Câmara Municipal da Maia lembrou-se de, durante o confinamento, distribuir à população folhetos, em dispendioso papel-couché, de auto-promoção política, não informação útil acerca de direitos constitucionais, ou conselhos úteis à população enquanto, ameaçava a população com altifalantes em carrinhas pagas pelos munícipes).

Um povo dócil e televisivo deixou-se embarcar no condicionamento. Desde o “proibido rir” ao “proibido saber mais”, tudo infectou as televisões e redacções dos jornais. A ignorância foi aclamada como bondade. O servilismo como um exemplo. E as gerações mais novas acataram o exemplo desses tímidos actores. O programa foi cumprido: a classe medica granjeou status quo numa epidemia que pouco existiu e só servirá os sistemas de saúde despesistas, tão amados pelas mega-farmacêuticas que sugerirão caríssimas e ‘salvíficas’ vacinas.

4. Interesses na fraude.

Uma publicação com o titulo ‘Scenarios for the Future of Technology and International Development’, (disponível em PDF na Internet) publicado pela Rockefeller Foundation em parceria com a Global Business Network, há 10 anos, (precisamente em Maio de 2010), é desenhado o cenário de uma epidemia mundial, fatal para a economia do planeta. Nesta publicação, são construídos e dissecados vários e eventuais cenários de futuro, entre os quais está uma ‘epidemia mundial’, num cenário dantesco em que 20% da população mundial morreria, seriam fechadas todas as lojas e escritórios, “o planeta ficaria escurecido” e apenas a “China soubera prever e contornar a epidemia” (pag.18). O documento é de uma actualidade arrepiante: “durante a epidemia, os governos reforçariam a sua autoridade e obrigariam exames de temperatura corporal e o uso obrigatório de máscara” à entrada de “espaços comunitários como estações e supermercados” (pag.19). A narrativa é ainda mais sinistra: a epidemia iria aumentar a tolerância nos cidadãos para perda de direitos e até de soberania. Os cidadãos acabariam por trocar as suas liberdades por mais segurança e economia. Em essência, por mais governos centralizados, quer nacionais quer supra-nacionais (como a UE ou a ONU), isto, quando seria introduzida a Identidade Biométrica (registo de doenças no Bilhete de Identidade) e aumento da legislação para industrias estratégicas vitais (tradução: nacionalizações). Neste cenário havia “apenas um vencedor: as telecoms”, que forneceriam cada vez mais “serviços de comunicação a pessoas de mobilidade restringida” (não é por acaso que a China tem sido tão persistente em vender a sua tecnologia 5G a todo o planeta). O ‘inferno’ não acaba aqui: 15 anos depois, a população mundial estaria habituada a restrições e perdas de liberdade mas haveriam focos de resistência e ressurgiriam os nacionalismos, principalmente entre os mais jovens, que acabariam por “destruir a precária ordem criada”.

5. Anomia e perda de direitos

Desde há decadas que jornalistas, juristas, sociólogos, políticos, diplomatas e activistas dos direitos humanos, alertam para as falsas crises da globalização que geram apenas uma coisa: a intencional destruição de direitos, mais tarde, a adaptação a cenários globais (como esta epidemia). No entanto, perda de soberania e individualidade gera apenas outro fenómeno: anomia, ou seja perda de identidade. Aquela que se construia, na rotina do trabalho, da escola, da família, das sociabilidades. É verdade que outras identidades serão construidas, mas por adaptação. Serão identidades construidas sob maior vigilância do estado. A tal Identidade Biométrica (cada cidadão terá a sua trajectória clínica descrita no seu cartão de cidadão), servirá para perseguir a dissidência, o sorriso, a amizade, a família e até a fecundidade. Temos sido subliminarmente treinados para isso, através das televisões e entretenimento. Apenas estamos a deixar que aconteça.

Fecharam-se praias, quando a Vitamina D (luz do sol) é fundamental para combater qualquer vírus. Eliminam-se alternativas às vacinas, como a Vitamina C, Zinco, a hidroxidocloroquina (proposta de Trump) e até o açafrão. A perda de direitos não conduz a mais segurança, pelo contrário, como provam os psicólogos dos hospitais, produzem mais violência, desespero, ataques cardíacos, histeria num sem fim de vitimas colaterais.

6. Controle

A infame lição deste episódio é o poder dos media e como são capazes de gerar e gerir fraquezas; o quão os espectadores foram tão massificados, estupidificados e dependentes das narrativas dominantes, das televisões e jornais. De como médicos são mais heróis que outros profissionais. Uma espiral de fraude generalizada: Como mostram os casos de utentes que somatizaram os sintomas do Covid, foram aos hospitais e voltaram para casa sem qualquer prescrição. Indivíduos que tão desesperadamente querem pertencer à narrativa dominante, ao controle dos grupos de referência, sejam vizinhos, amigos, colegas, família ou televisão, que acabam por se traírem individualmente, na infame escuridão, em nome da segurança do ego que lhes sussurra no isolamento. Este episódio revela o quão fundamental são as sociabilidades humanas, e como zonas mais ignaras e fracas aproveitaram a neblina para accionarem até ostracismo.

Tudo indica que esta operação é a primeira de uma posterior epidemia muito maior. O mesmo o referiu Bill Gates, o ávido bilionário das vacinas. Mas é mais do que isso: faz parte da implosão da economia ocidental, do seu sistema financeiro (sempre associado às farmacêuticas) e tentativa de criação de um outro muito mais poderoso, elitista, autoritário e centralizado. Trata-se da implosão do ocidente em ciclos de 10 anos: começou subtilmente com o 11 de Setembro em 2001, foi reforçado em 2008 com a crise financeira mundial quando passados 10 anos, a besta manifesta de novo as suas garras: uma epidemia. Em 2030 será pior, quando se gerar o famigerado “governo de emergência mundial” – tudo pelo que a ONU saliva.

No futuro próximo, as comunicações e telecomunicações valerão ouro. Serão infiltradas por grupos marginais, de resistência ou hackers, mas estes não são os perigosos, O perigo virá da uniformizada narrativa dominante, dos grandes grupos de media, que repetirão incessantemente as mentiras verborreadas de telepontos. Mas haverá muita mais gente a acordar, por desespero, sapiência e até inspiração divina.

7. Conclusão.

Adquiriu-se a epidemia como realidade e até se usaram painéis de ocorrências como fiáveis. Poucos ousaram questionar a narrativa dominante, e vendeu-se mais medo que soluções. Usam-se máscaras em sinal de virtude, cumprem-se rituais de exacerbada higiene, mas é tudo um enorme culto, religiosa obrigação e não verdade incondicional. A população está ser treinada para a ignorância e escravatura, não para a saúde publica e sabedoria. Nas prisões há mais contacto humano do que nesta quarentena artificial: a prisão está na nossa casa, o povo tornado obsoleto de um dia para o outro e até os locais públicos tresandam e repelem do tanto higiénico odor.

O que está em causa são os direitos sociais, a constituição e a soberania. Não o tal Covid que atingiu percentagens tão ínfimas como 0,0002% da população mas aprisionou-se a outra hiper-maioria. Não se trata apenas de um falso cenário, mas de uma operação política: a Suécia, a Bielorrússia e Japão não fecharam a economia e mostram poucos casos do tal vírus. Muitas soberanias foram encerradas por chantagem política de cúpulas (como na UE) e por chantagens emocionais dos media histéricos em difusão do «projecto medo», numa operação politizada à esquerda e à direita, servindo apenas a velha estratégia das elites: dividir para reinar – ambiente que a ONU, OMS e FMI adoram desfrutar.

As farmacêuticas estão à porta, como lobos à espera de cordeiros ingénuos, desinformados e adormecidos prontos a trocar a sua vida por dispendiosas vacinas. Os media coadjuvam a propaganda da vacinação porque são mutuais financeiros. Enquanto a hidroxidocloroquina (muito mais eficiente e barata, custa 3 cêntimos cada pastilha), está a ser muito bem sucedida em França, China e é a solução de Trump nos EUA.

Presidentes e primeiros-ministros brandiram a palavra “guerra”, para suspenderem constituições soberanas e justificar a ilegalidade do estado de emergência. Mas não há nenhuma guerra, foi apenas vomito desesperado de quem tem cadeado preso a canis elitistas para resultados muito, muito concretos: a lenta perda de direitos e liberdades, em troca de segurança e alguma economia.

Os povos e os indivíduos serão sempre manipulados, enquanto não acordarem do medo de viver e de morrer.

Augusto Deveza Ramos
Sociólogo

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