Quebra agravou-se em dezembro, à semelhança do que aconteceu com vários indicadores que medem o acesso dos portugueses aos cuidados de saúde.

O ano de 2020 teve menos dois milhões de episódios de urgência a chegarem aos hospitais, numa quebra que afetou todos os graus de gravidade da triagem, tendo em dezembro o seu máximo. No último mês do ano, com Portugal a passar da segunda vaga para a terceira da Covid-19, os hospitais tiveram menos 65% de urgências, comparativamente a dezembro de 2019.

Estes números foram recolhidos e analisados pelo Movimento Saúde em Dia – uma iniciativa da Ordem dos Médicos e da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares com base em números oficiais do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Em quase todas as áreas de assistência médica, desde a enfermagem aos meios complementares de diagnóstico, o cenário foi de quebra abrupta em março e abril (durante o primeiro estado de emergência), mas depois, ao longo dos meses, os números foram ficando mais equilibrados, mesmo que nunca se tenham atingido os níveis de cuidados de saúde de 2019. No final de 2020 quase tudo voltou a agravar-se, nomeadamente a diminuição da procura por urgências hospitalares.

A descida no total de consultas médicas (presenciais e à distância) nos centros de saúde também teve um novo máximo, com uma queda de 21%, Nas cirurgias urgentes a queda chegou aos 21%.

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