O Grupo Municipal do PS na Assembleia Municipal da Maia criticou esta semana a maioria que governa o concelho por rejeitar propostas que visavam maior justiça fiscal, transparência orçamental e sensibilidade social, sobretudo perante as dificuldades crescentes das famílias e da classe média.
O Partido Socialista (PS) da Maia acusou a maioria que lidera a autarquia de governar “longe das pessoas”, após ter visto rejeitadas várias propostas que considerava fundamentais para aproximar a política municipal da realidade das famílias e da classe média. A posição foi tornada pública através de uma nota de imprensa, enviada esta quarta-feira, 7 de janeiro.
Entre as propostas apresentadas pelos socialistas estavam medidas para promover um maior equilíbrio fiscal e garantir acompanhamento mais transparente das decisões orçamentais. De acordo com o PS, num momento em que o aumento do custo de vida e da carga fiscal pressiona cada vez mais os munícipes, a governação local deveria dar sinais de maior empatia e compreensão.
“Uma política pode estar certa do ponto de vista contabilístico e, ainda assim, falhar no essencial: responder às pessoas”, sublinhou o Grupo Municipal do PS, que lamenta a postura “excessivamente técnica e distante” da maioria.
Os socialistas alertam ainda para o impacto das políticas locais na classe média, que frequentemente não tem acesso a apoios sociais, mas continua a ser penalizada por decisões que, no seu entender, não refletem as dificuldades concretas do quotidiano.
O Grupo Municipal do PS conclui a nota ao reafirmar o compromisso de continuar a apresentar propostas “responsáveis e construtivas”.


