5ª Bienal da Maia encerrou com intervenção nos Silos da Fábrica 3às. Decorreu entre 22 de junho e 30 de setembro e segundo a organização foi a melhor de sempre.

Uma iniciativa da Câmara Municipal da Maia, com produção do Centro Empresarial da Lionesa, mobilizando 122 artistas emergentes e já consagrados, que pretende reforçar ligações entre os modos diversos de fazer arte e estabelecer pontes que consolidem encontros e cumplicidades entre estes e a Maia.

Através de várias propostas artísticas, que cruzam e interpelam as artes visuais e as performativas, esta nova edição da Bienal da Maia ocupou mais de dez espaços  do território da Maia, como a Praça Doutor José Vieira de Carvalho, o Fórum da Maia, Venepor,  Quinta da Caverneira , Parque Central, os Silos do centro empresarial 3aas, o Aeroporto Francisco Sá Carneiro, e também em muitos dos percursos públicos entre palcos da programação, com diferentes exposições e ações performativas, dirigidas a públicos de todas as idades e gostos.

O objetivo do evento visa, através de uma programação transversal, criar um diálogo entre os diferentes espaços intervencionados, protagonizado pelas obras que os ocupam e a Maia e os Maiatos que as acolhem. As praças, as avenidas, os palcos e as paredes da Maia serão invadidos por performers e telas, esculturas e demais estruturas, da autoria de mais de cinquenta artistas nacionais e internacionais.

Os visitantes tiveram a possibilidade de conhecer novos nomes e trabalhos artísticos do panorama atual. Tivemos a preocupação, como sempre, de criar um evento cultural multidisciplinar, acessível a todos, promovendo a imprescindível democratização da arte, que só é possível pela acessibilidade, pela proximidade e pela cumplicidade.

Além de áreas como as artes plásticas, a ilustração, a instalação, a escultura, a media art, a intervenção artística nos silos do centro empresarial 3aas, acrescem ainda o novo circo, o teatro, as visitas guiadas, a música e uma carrinha ambulante de Arte e Educação que transportou vários conteúdos da Bienal e permitiu que o serviço educativo desta Bienal estivesse nos locais onde a arte realmente acontece e também na rua, por onde a arte, organicamente se expande.

Para a posteridade para além das memórias, ficam 5 obras de arte pública, duas nos silos da Fábrica 3aas, uma no jardim do Fórum da Maia, uma na entrada do Centro empresarial 3aas, outra no Aeroporto Internacional e ainda uma outra na Quinta da Caverneira, que futuramente permitirão a criação de um Roteiro de Arte Pública da Maia.

 

BIENAL EM NÚMEROS:

Nº de eventos – 39

Nº de visitantes – 14.996

Nº de artistas – 122

Nº de curadores – 7

Nº de obras de arte pública – 5

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