De acordo com os dados disponibilizados pelo Turismo de Portugal, desde o início do ano foram registados 12 novos estabelecimentos no município da Maia, que passa assim a contar com 51 unidades de alojamento local. 

Destas 51 unidades, 29 são apartamentos, 19 são moradias e as restantes 3 são estabelecimentos de hospedagem, constituindo um total de 203 camas para 309 utentes, em 146 quartos.

Moreira (15), Águas Santas (12) e Cidade da Maia (11) são as freguesias que mais registos de alojamento local possuem. Seguem-se, por ordem decrescente, Pedoruços (4), Castêlo da Maia (3), Vila Nova da Telha (3), Folgosa (1), Nogueira e Silva Escura (1), São Pedro Fins (1) e Milheirós (0).

Os números, apesar de demonstrarem um forte crescimento percentual, deixam a Maia aquém do Porto e de algumas outras cidades periféricas.

No distrito do Porto foram inscritos, só neste último ano e meio, 5509 novos alojamentos locais, totalizando até ao início deste mês 8286 registos, o que se traduz numa oferta de 23863 camas. A multiplicação do alojamento local no distrito do Porto, nesse mesmo período (2755 unidades até 2016, às quais acrescem 5509 novas, entre janeiro de 2017 e agosto de 2018), desponta numa altura em que esteve a ser debatida a nova lei do alojamento local, cujas alterações foram aprovadas na Assembleia da República em julho passado, e que foi recentemente publicada em Diário da República. As novas regras irão permitir que câmaras municipais e assembleias de condóminos possam intervir na autorização deste tipo de alojamento.

Ainda de acordo com dados disponibilizados pelo Turismo de Portugal, apenas no concelho do Porto existem atualmente 6577 alojamentos locais, ficando a Invicta em primeiro lugar entre os 18 concelhos do distrito. Vila Nova de Gaia e Matosinhos fecham o pódio distrital com 774 e 271 alojamentos locais, respetivamente. No reverso da escala encontram-se Lousada, Trofa e Paços de Ferreira, com 12, 10 e 7 unidades registadas de alojamento local.

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