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Associação quer avançar com processo contra a Siderurgia Nacional

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A Associação da Terra da Morte Lenta, fundada pela SPASS – Santos Pereira e Associados – Sociedade de Advogados, quer entregar uma ação popular cível contra a Siderurgia Nacional da Maia.

Fabiana Pereira, da SPASS, sociedade de advogados que fundou a associação, confirmou esta intenção em declarações à Lusa.

Estas declarações surgiram na sequência da ação popular que deu entrada em tribunal, contra siderurgia de Paio Pires, no Seixal. A associação exige a suspensão da atividade da fábrica, bem como uma indemnização de 500 milhões de euros, devido à poluição atmosférica alegadamente causada por esta indústria.

Governo destacou investimento de 52 milhões de euros na Siderurgia Nacional

“A Siderurgia Nacional é uma das 10 maiores exportadoras e está a investir 52 milhões de euros no aumento da capacidade e melhoria tecnológica. A partir de Portugal exporta para 42 países”, afirmou em 2016, o ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, referindo ainda que a Siderurgia é um dos maiores exportadores do país.

Grande parte da produção da Siderurgia Nacional destina-se à exportação, tendo como principais mercados o Reino Unido e mercado ocidental europeu e no norte de África.

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