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Bloco reúne com a Espaço Municipal

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O Grupo Municipal do Bloco de Esquerda reuniu com o diretor executivo da empresa Espaço Municipal, Fialho de Almeida e a vereadora com o pelouro da habitação, Ana Miguel Vieira de Carvalho, para abordar aspetos como a questão da atualização das rendas apoiadas.
A reunião tinha sido pedida em Fevereiro, devido às denúncias de alguns moradores acerca da subida das rendas sociais, que em alguns casos terá duplicado.

Segundo o Bloco de Esquerda, Fialho de Almeida admitiu ter existido uma atualização das rendas no concelho, podendo ter duplicado em vários casos. Contudo, remeteu a questão para os critérios que constam da lei das rendas, mencionando que durante 7 anos a renda no concelho não foi atualizada por decisão da empresa camarária, uma vez que não houve obras nas urbanizações.

Questionado sobre as consequências sociais dessa atualização, o diretor executivo da Espaço Municipal referiu que existem 150 acordos de pagamento com famílias em dificuldades, de modo a evitar o recurso à via contenciosa.

Em casos pontuais, esses acordos extra-judiciais implicam o pagamento faseado da dívida acumulada a longo prazo.

Por outro lado, o diretor e a vereadora afirmam que, mediante pedido, a renda pode ser revista em determinados casos (ex: situação súbita de desemprego), sendo que esses pedidos são acautelados e a revisão é feita no mês seguinte, tendo em atenção a alteração dos rendimentos do agregado familiar.

Relativamente ao diálogo com as associações de moradores, o diretor executivo considera que existe uma boa relação com a Associação de Moradores do Sobreiro e a Associação de Moradores do Maia 1 e Maia 2, que têm o papel de mediadoras entre a empresa e os moradores. Garante que acompanha de perto as situações mais complicadas e que está disponível para falar com quaisquer moradores que tenham questões a colocar à empresa.

Questionado sobre as condições materiais de alguns equipamentos da urbanização do Sobreiro, Fialho de Almeida disse que os elevadores das quatro torres serão substituídos, devido às constantes avarias, cujos custos de manutenção são muito avultados.

Referiu também que as torres são mais seguras contra incêndios do que muitas das frações em prédios mais baixos, devido à sua estrutura central em betão.

O BE abordou ainda a questão dos parques infantis e espaços recreativos, nomeadamente a necessidade de aumentar esses equipamentos nas urbanizações, uma vez que são espaços que permitem o lazer e a constução de laços sociais em comunidades marginalizadas.

O problema pontual do vandalismo não deve servir de desculpa para penalizar toda a comunidade infanto-juvenil com a remoção desses equipamentos.

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