A formação tem a duração de dois meses e acontece durante as férias dos trabalhadores portugueses na Suíça.

Arrancou no dia 5 de janeiro mais uma formação do CICCPON a trabalhadores portugueses da construção civil na Suíça.

Cozinca

Durante dois meses, aproveitando as férias destes trabalhadores e a paragem da construção civil na Suíça, estes profissionais recebem formação em áreas técnicas, como alvenarias, cofragens, armaduras, canalizações e entivações, entre outras. Trata-se de um acordo entre Portugal e Suíça que tem já mais de 15 anos e que, este ano, conta com 25 formandos. 

Em declarações ao NOTÍCIAS MAIA, Rui Valente, diretor do CICCOPN, explicou que este curso serve para estes trabalhadores “atualizarem os seus conhecimentos em vários domínios da construção civil” e, no final, quando regressarem à Suíça, “renovam o contrato com as entidades patronais na Suíça com um condição salarial melhor aquela que tinham”. “Há um upgrade que resulta efetivamente deste processo de formação“, completa o diretor.

Todos estes trabalhadores portugueses são sinalizados pelos sindicatos e empresários suíços e, quando regressam ao trabalho, o objetivo é que tenham mais conhecimentos na área da construção civil.

Também os formadores do CICCOPN vão anualmente à Suíça compreender as necessidades da área e alinhar os conteúdos e técnicas a lecionar. Todos os materiais utilizados no curso vêm da Suíça.

Sessão de Apresentação do Protocolo entre Portugal e Suíça, 2021.

Sobre o protocolo

O CICCOPN é parceiro no Projeto Portugal, resultante de uma convenção estabelecida em 1992 entre a Sociedade Suíça dos Empresários (SSE), de Zurique, o Instituto de Apoio à Emigração e às Comunidades Portuguesas, do Ministério dos Negócios Estrangeiros, e o Instituto do Emprego e Formação Profissional.

No âmbito deste protocolo, todos os anos algumas dezenas de trabalhadores portugueses da construção na Suíça deslocam-se ao CICCOPN para receber formação em áreas técnicas, como alvenarias, cofragens, armaduras, canalizações e entivações, entre outras. No final da formação, os trabalhadores regressam à Suíça, onde veem a sua situação profissional e salarial melhorada como resultado da formação recebida.

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