Câmara Municipal da Maia tem uma equipa constituída por funcionários do município, em articulação com a autoridade local de saúde, que não deixa ninguém de fora da vacinação.

Vacinar contra a Covid-19 será a maior operação logística de sempre à escala mundial. Numa missão com esta envergadura, é natural que ocorram contratempos. Foi a pensar nessa possibilidade que a Câmara Municipal da Maia montou uma task force, composta por funcionários da autarquia, que auxilia as autoridades de saúde na difícil tarefa de vacinar.

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Durante a semana de 28 de março a 3 de abril, segundo dados fornecidos pela Vereadora da Saúde da Câmara da Maia, o ritmo diário de vacinação chegou aos 800 por dia. Para isto, contribui uma equipa maiata que deteta falhas no agendamento e no contacto para a vacinação. Quando um utente não aparece ou existem dificuldades de comunicação, os técnicos municipais reforçam a capacidade de resposta e garantem que o tempo de trabalho é maximizado. Afinal, cada falha no agendamento de uma vacinação significa menos uma pessoa imunizada.

Contactar toda a população pode ser uma tarefa difícil. Nunca foi necessário ter organizado todos os contactos de todas as pessoas. Basta que um utente tenha trocado de contacto ou até que opte por um subsistema que não o Serviço Nacional de Saúde, para que seja difícil ser chamado para ser vacinado. Também por isto, a Câmara da Maia lançou um apelo para que, no caso de estar no grupo de pessoas com mais de 80 anos e de ainda não ter sido chamado pelo SNS, contacte as Linhas Verdes do Município, disponíveis através dos números 800 210 123 ou 800 210 122, e funcionam de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.

É por isto que, se for contactado de manhã para ser vacinado à tarde, não deve estranhar. No caso de desistência ou de necessidade de reagendamento, a vaga é imediatamente preenchida por outro utente.

Vacinar contra a Covid-19 será a maior operação logística de sempre

Esta megaoperação começa na produção das vacinas. Ultrapassados todos os ensaios clínicos e depois de terem a vacina aprovada, as empresas têm de conseguir produzir doses suficientes para a procura, que é global. Se essa já é uma tarefa difícil, a que se segue não é mais fácil. É necessário armazenar e fazer chegar o medicamento a todos os países. São precisos milhares de aviões, num número de viagens ainda não contabilizável, e é necessário ter capacidade de armazenamento, o que envolve câmaras frigoríficas e até, segurança para o produto não ser extraviado.

Completada a missão de fazer chegar as vacinas ao país, estas têm de ser distribuídas e armazenadas nos diversos polos onde existem locais de vacinação. Estes locais de vacinação concretizam todo o trabalho feito anteriormente e têm de ter a capacidade de administrar por grupos de pessoas com prioridades diferentes. É assim nesta última e crucial fase, a da administração da vacina, que os centros de contacto se tornam essenciais.

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