O presidente da Câmara da Maia, Bragança Fernandes, defendeu na passada sexta-feira que a construção da linha da Trofa “tem de ser feita” no âmbito da extensão da rede do Metro do Porto, por se tratar de “uma questão de justiça”. “Tem que haver solidariedade, ética e justiça”, disse, “temos um Governo da República de Portugal, devemos ser todos tratados por igual”.

 

O ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, remeteu para o dia 07 de fevereiro o anúncio sobre quais as linhas a construir no âmbito da extensão da rede do Metro do Porto.

Bragança Fernandes teve ao seu lado o presidente da Câmara da Trofa, que defende a construção da linha no seu concelho, tendo em conta que, em fevereiro de 2002, a circulação rodoviária nas linhas da CP da Póvoa de Varzim e da Trofa foram encerradas para dar início às obras de construção do canal do metro.

“Eu não sei se o que se vai lá votar [no conselho de administração da metro] vai tornar as coisas diferentes; o que vão lá fazer é zero”, sublinhou Sérgio Humberto, recordando que, apesar de todos os partidos com assento parlamentar terem votado na Assembleia da República a favor da construção da Linha da Trofa, o ministro do Ambiente decidiu passado pouco tempo afirmar que a obra não era para fazer.

A população da Trofa continua sem metro, enquanto a ligação à Póvoa foi inaugurada a 18 de março de 2006, sendo que, em dezembro de 2009, chegou a ser lançado o concurso público internacional para a linha da Trofa, contudo, este acabou por ser suspenso em setembro de 2010.

Em outubro de 2015 foi anunciado que a Linha Verde do metro do Porto vai estender-se, através da Maia, até à Trofa com a criação de duas estações, num projeto de cerca de 36,7 milhões de euros, mas no verão de 2016 foi noticiado o abandono deste projeto por parte do Ministério do Ambiente, liderado por João Pedro Matos Fernandes.

Fonte: jn.pt

 

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