“A trágica realidade é que, como resultado, crianças vão morrer”, afirmou o diretor-geral da Organização Mundial de Saúde.

A pandemia de deixou cerca de 13 milhões de pessoas sem acesso a vacinação contra outras doenças mortais. Quem o diz é Tedros Adhanom Ghebreyesus, o diretor-geral da Organização Mundial de Saúde, durante o briefing diário da OMS sobre a situação epidemiológica no mundo.

Ordem dos Advogados Maia

“Quando a cobertura de vacinação não acontece, mais surtos vão surgir, incluindo de doenças mortais como o sarampo e a poliomielite. A trágica realidade é que, como resultado, crianças vão morrer”, afirmou o diretor-geral da OMS. Tedros Adhanom Ghebreyesus disse ainda que, até então, 14 campanhas de vacinação foram suspensas por causa da pandemia. Estas campanhas dariam proteção contra doenças como a poliomielite, o sarampo, a cólera, o vírus do papiloma humano, a febre amarela e a meningite.

O Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças já havia também alertado para risco de surtos na Europa.

DGS apela à vacinação

A Direção Geral da Saúde tem feito vários apelos à vacinação contra outras doenças. Recorde-se que António Lacerda Sales, a 21 de abril, lembrou que a “vacinação é crucial” e que “não podemos deixar o medo vencer”. 

O secretário de estado salientou ainda que “Portugal conseguiu atingir, ao longo dos anos, elevadas taxas de cobertura vacinal” e que, apesar do momento delicado, “os pais não devem adiar a vacinação dos seus filhos”. O secretário de estado garantiu que “o SNS está preparado para responder” e que a vacinação é importante para que o nosso país não venha a enfrentar “um surto de outras doenças infeciosas evitáveis e com consequências potencialmente graves”. “Este é um momento de responsabilidade e não de retrocesso nas nossas conquistas coletivas” concluiu.

Mais de 13 mil bebés não foram vacinados. DGS lembra que a “vacinação é crucial“

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