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PSD/Porto exige explicações ao Governo sobre demissão da administração do Hospital de São João

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A Comissão Política Distrital do PSD do Porto exige que o Governo explique ao País porque é que continua a assistir, sem nada fazer, a demissões nas equipas de gestão dos hospitais nacionais, colocando em causa a estabilidade e a gestão quotidiana, destas importantes infraestruturas.

A passividade do Governo, segundo a estrutura social democrata, face a estas situações, é particularmente grave porque estas demissões são justificadas pelos demissionários com o desagrado com as cativações do Ministério das Finanças, com a permanente falta de recursos humanos e técnicos, e com a degradação das condições de trabalho.

Em comunicado, os social democratas aproveita “a oportunidade para apelar ao Dr. António Costa que, apesar da sua evidente falta de sensibilidade para questões essenciais da vida da nossa população, incuta alguma sensatez aos seus Ministros para que estas situações não se repitam”.

Na mesma nota, é possível ler que “a situação é de tal forma grave, que tivemos conhecimento, nos últimos dias, que numa auditoria do Tribunal de Contas, as transferências do Orçamento do Estado e reforços de capital reduziram 6,1% no triénio 2015-2017 face ao triénio anterior, ao mesmo tempo que a dívida a fornecedores e credores disparou 51% de 1.930 Milhões de Euros para 2.926 Milhões de Euros, absorvendo quase por completo o esforço efetuado por todos os Portugueses, durante a anterior legislatura”.

A Distrital do PSD do Porto, demonstra assim a sua preocupação, face às sucessivas demissões nos cargos dirigentes da Saúde, bem como com a falta de recursos humanos e de equipamentos técnicos ao dispor do Serviço Nacional de Saúde, e com o degradar das condições de prestação de cuidados de saúde.

Para a Distrital do PSD do Porto, o Sistema Nacional de Saúde representa uma das mais importantes conquistas do País, dando a todos os cidadãos um acesso rápido e qualificado que lhes garante dignidade e cidadania. É um dos pilares do regime democrático.

Reiteram que, não pode ser o Ministro das Finanças a mandar na Saúde, pois é a saúde dos Portugueses e a qualidade do SNS que está em causa.

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