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Recolha seletiva: exemplo Maiato replicado no Grande Porto

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Em 2012 arrancou a recolha seletiva porta a porta na Maia, tendo sido um município pioneiro, estando já o sistema implantado em toda a sua área. No futuro, cada um irá pagar apenas pelo lixo não reciclado.

A Maia recicla mais 10% do que os outros municípios e em agosto de 2018, bateu o recorde de recolha seletiva, com 78,7 quilos de lixo recolhidos por habitante, quase mais 30 que a média do Grande Porto. O anterior máximo no concelho da Maia era de 75 quilos de lixo, recolhidos por habitante, em janeiro. Meta será 100 quilos por habitante, até 2020.

No Grande Porto, em 2017, 79% do lixo recolhido era ainda indiferenciado, sendo na sua maioria queimado para produção energética. No último ano a recolha seletiva porta a porta passou a ser realizada em 6 municípios, incluindo o Porto. Agora, já a partir de janeiro, segue-se a Póvoa de Varzim.

Atualmente, a taxa do lixo está ainda indexada ao consumo de água. No entanto, há já algum tempo que a Maia pretende implementar um sistema de taxas da recolha de resíduos que internacionalmente é designado por PAYT (pay as you throw), regida por um princípio de utilizador/pagador.

Neste sistema, cada casa tem cinco pequenos contentores empilháveis para acomodar os vários tipos de lixo. Cada um tem um chip, que permite monitorizar os resíduos produzidos. Depois, há dias diferentes para recolha de vidro, papel, embalagens, orgânicos e indiferenciados.

Num futuro “muito próximo”, cada um irá pagar apenas pelo lixo não reciclado que produz, o único cujo tratamento é pago à Lipor, afirma o Jornal de Notícias.

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