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Universidade prevê ter 200 camas ainda este ano letivo, no âmbito dum “plano inovador” socorrendo-se de instituições religiosas e quartéis da cidade e de concelhos vizinhos. Antigo seminário da Companhia de Jesus na Maia é uma das soluções.

Em depoimento à Lusa em setembro, o reitor da Universidade do Porto admitia arrendar quartos a terceiros para disponibilizar camas aos estudantes universitários.

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“Temos que encontrar soluções, não no imediato, mas estamos a trabalhar essas soluções, que passarão por diferentes tipologias. Por um lado, construir mais quartos, rentabilizar de forma mais eficiente aqueles que já existem e enveredar por outras soluções, provavelmente recorrer ao aluguer de quartos a terceiros para disponibilizar aos estudantes”, declarou o reitor António Sousa Pereira.

Hoje, fonte oficial daquela instituição universitária avançou que está em curso um “plano de ataque pioneiro no país” para conseguir ainda neste ano letivo “cerca de 200 camas para estudantes universitários”.

“A intenção é aumentar significativamente a oferta de camas o mais rapidamente possível”, acrescenta a mesma fonte da Universidade do Porto, explicando que o “plano inovador” no país tem “duas velocidades”.

“Há um plano a duas velocidades. Um é um plano a longo e médio prazo e é para a construção de novas residências universitárias com a ajuda das câmaras do Grande Porto. O outro plano a curto prazo serve para encontrar espaços disponíveis para habitar, com pouca necessidade de obras, junto, por exemplo, de instituições religiosas, como o antigo seminário da Companhia de Jesus na Maia, ou mesmo junto dos quartéis do Porto, como o caso do Quartel de S. Brás, junto da Rua da Constituição.

Trata-se de um “plano de ataque que nunca se viu ainda no país e que tem uma abordagem nova para dar resposta imediata ao problema da pressão imobiliária na cidade, dos preços elevados dos quartos e da fraca oferta para estudantes”, afirma ainda a mesma fonte.

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