CEIIA acelera mobilidade inteligente a partir do Brasil

O CEIIA (Centro de Inovação e Engenharia para as Indústrias da Mobilidade) assina esta sexta-feira um protocolo de cooperação com um grupo de estudos brasileiro que visa acelerar a internacionalização da sua aposta na área das “smart cities”.

O acordo com o Grupo de Estudos do Sector Eléctrico (GESEL) do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que tem a duração de cinco anos, “tem por primado trabalhar em parcerias, de âmbito nacional e internacional, em diversos projectos de investigação, nomeadamente na temática das ‘smart cities’”, adianta o CEIIA, em comunicado.

A cerimónia de assinatura do protocolo, esta sexta-feira, na Maia, deverá contar com as presenças do secretário de Estado da Energia, Artur Trindade, do presidente da Entidade Reguladora do Serviços Energéticos (ERSE), Vítor Santos, do ex-ministro das Minas e Energia do Brasil (nos governos liderados por Lula da Silva) e ex-presidente da “polícia” brasileira do sector eléctrico, Nelson Hubner Moreira. Estará também presente Nivalde de Castro, coordenador do GESEL.

Orientado para a pesquisa, criação, desenvolvimento, fabrico e teste de produtos e serviços das indústrias da mobilidade, nomeadamente automóvel, mobilidade e aeronáutica, o CEIIA “pretende internacionalizar este sistema de gestão de mobilidade inteligente a partir do Brasil, devido não só à dimensão do mercado, como também à forte aptidão para a temática da ‘mobilidade inteligente’”.

Este processo de internacionalização “tem como principal objectivo desenvolver e alargar o número de operadores, de serviços e de utilizadores no seu sistema de gestão de mobilidade inteligente, através de colaborações a estabelecer nomeadamente com centros de pesquisa e desenvolvimento com ligações ao meio académico e industrial, como seja o GESEL”.

O centro de inovação e engenharia sedeado na Maia já criou o CEIIA Brasil, “sendo esta entidade que irá assegurar todos os compromissos decorrentes do presente memorando de entendimento”.

Fonte: jornaldenegocios.pt

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