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Maia é maior exportador da Área Metropolitana e quinto do país

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A Maia é líder no volume de exportações na Área Metropolitana do Porto em 2017, à semelhança do que tinha sucedido em 2016, com um total de €1.595.575.298. Face ao ano anterior o volume de exportações acelerou 9,98%.

O valor das exportações de bens atingiu um novo máximo no concelho, dilatando ainda mais o intervalo que separa a Maia dos restantes classificados, na Área Metropolitana do Porto. Vila Nova de Gaia, Santa Maria da Feira, Porto e Matosinhos completam por ordem decrescente o lote dos cinco primeiros.

Em detalhe, o volume de exportações realizadas para o interior da União Europeia, totalizou €1.150.764.246 em 2017, registando aqui um aumento de 12,41% comparativamente a 2016. Já o comércio para além das fronteiras da união perfez €444.811.052, mais 3,54% que no ano anterior.

No período autárquico de 2017, a lista encabeçada por António Silva Tiago, actual presidente da Câmara Municipal da Maia, focava as exportações como “um dos fatores mais relevantes na criação de riqueza do Município da Maia, com reflexos imediatos na vida económica, não só do concelho, mas também da região e do país”.

Município (A.M.P.) Volume Exportações (€)
Maia 1.595.575.298
Vila Nova de Gaia 1.501.187.538
Santa Maria da Feira 1.364.323.780
Porto 1.051.924.052
Matosinhos 898.565.217

A nível nacional a Maia posiciona-se em quinto lugar, apenas atrás de Lisboa, Palmela, Vila Nova de Famalicão e Setúbal.

Município Volume Exportações (€)
Lisboa 6.909.678.938
Palmela 2.520.809.913
Vila Nova de Famalicão 1.998.118.359
Setúbal 1.625.971.473
Maia 1.595.575.298

Estes dados, publicados pelo INE a 9 de fevereiro, são por agora provisórios no que concerne ao ano de 2016 e preliminares no que respeita a 2017.

Em janeiro de 2018, o ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, asseverou que 2017 terá sido um ano recorde das exportações, quer em termos de valor, quer no seu peso na economia. O governante garantiu que, além de ser um ano recorde nas exportações e no seu peso no Produto Interno Bruto (PIB), 2017 “poderá ser o ano em que vamos ter um dos saldos da balança externa mais elevados e mais positivos de sempre”.

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