O Presidente da Câmara da Maia, António Silva Tiago, decretou a interdição de iniciativas que levem à aglomeração de pessoas, pelo menos até ao final de julho.

Silva Tiago decidiu prorrogar até 18 de maio as medidas adotadas pelo município na luta contra a Covid-19, por considerar “não estarem ainda reunidas as condições sanitárias para que, com segurança, se possa decretar o levantamento”. Em simultâneo, não serão organizadas nem permitidas iniciativas que conduzam à aglomeração de pessoas, dado o alto risco de contágio que continua a persistir.

Ordem dos Advogados Maia

Desta forma, não terão lugar este ano o programa não religioso das Festas do Concelho, a Feira de Artesanato, a Animaia/Family Fun, as visitas do Turismo Sénior Maiato, a Hortíssima e os Jogos Desportivos da Maia, entre outros.

A proibição deste tipo de iniciativas manter-se-à, pelo menos, até ao final de julho, com prepetiva de retomar todas estas atividades no próximo ano.

“Apesar da evolução da taxa de crescimento diário de novas infeções no concelho da Maia – no último mês, se ter situado abaixo da média, quer da verificada na Área Metropolitana do Porto, como da que se registou na Região Norte e do País – fruto das medidas tomadas, tanto a nível nacional como a nível municipal, ser um sinal que reforça a esperança dos maiatos, tal evolução positiva não está ainda consolidada para impedir que a doença, pela sua natureza e elevada contagiosidade, ressurja com vigor redobrado, não sendo ainda o tempo de relaxar a luta contra a pandemia”, sublinhou António Silva Tiago.

As medidas decretadas em março continuam em vigor, tais como:

  • encerramento dos parques infantis, jardins e parques urbanos;
  • suspensão de todas as licenças de esplanadas;
  • encerramento de feiras e mercados;
  • encerramento ao público de todos os edifícios municipais;
  • suspensão do pagamento de estacionamento à superfície nas zonas enquadradas por parquímetros, tentando-se evitar a concentração de uso de transportes públicos;
  • organização em teletrabalho de todos os funcionários municipais cuja presença nas instalações não seja essencial;
  • suspensão de todos os eventos sociais, culturais, desportivos, recreativos ou de formação promovidos pelo município;
  • adiar ou cancelar todas as atividades que impliquem delegações estrangeiras;
  • ativar o Gabinete de Gestão de Crise do município e reavaliar em permanência a situação e as medidas concretas.
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