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Estufa de canábis na Maia deu 650 mil euros de lucro

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Casal de chineses produzia droga em antiga tinturaria de Pedrouços.

Tratava-se de uma autêntica fábrica de cultivo intensivo de canábis, discretamente instalada num armazém, onde foi apreendida mais de uma tonelada de droga.

O negócio era operado por um casal de nacionalidade chinesa, enquanto declaravam baixos rendimentos ao Fisco. Homem tinha visto “gold”.

Pelas suas contas bancárias passaram, nos últimos quatro anos, 675 mil euros. O Ministério Público (MP) acusou de tráfico de droga o casal e um terceiro indivíduo que vivia no armazém e exige a entrega daquela quantia ao Estado.
Todo o equipamento para produção de droga era alimentado através de uma ligação ilegal, a partir de um posto de transformação. A EDP estima que o prejuízo seja de cerca de três milhões de euros.

Além do casal, um cidadão chinês estava ligado à operação. Viva há mais de um ano trancado no armazém, onde comia e dormia sem ver a luz do dia, julgando estar em Madrid.

De acordo com a Polícia Judiciária, os suspeitos colhiam as plantas e embalavam-nas em vácuo, para serem enviadas em pacotes de entre oito a dez quilos, através de transportadoras, para França, Alemanha, Holanda, Inglaterra e Bélgica. Os recetores seriam todos cidadãos chineses.

Desmantelada estufa de canábis com mil metros quadrados na Maia

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