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Famílias dos jovens espanhóis que morreram na Maia pedem justiça

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Dois espanhóis e um português, com idades entre os 18 e os 20 anos, foram colhidos mortalmente por um comboio, em 2015, enquanto tentavam grafitar uma composição. O caso foi arquivado, mas as famílias acreditam que há responsabilidade penal do revisor, que lançou espuma de um extintor para os afastar.

O acidente aconteceu em dezembro de 2015, no apeadeiro de Águas Santas, na Maia. Um dos rapazes terá barrado uma porta, o que impedia o comboio de prosseguir a viagem, enquanto, do lado oposto, os três jovens graffitavam uma composição.

O revisor terá recorrido a um extintor para travar os jovens, que acabaram por cair e por ser atropelados por um comboio que circulava a 120 quilómetros por hora. Um dos corpos foi projetado para um silvado na berma e outros dois foram arrastados durante cerca de 200 metros.

Segundo o espanhol “El Mundo”, o Ministério Público diz não haver “provas suscetíveis de fundamentar a responsabilidade criminal do arguido”. O jornal afirma ainda que o relatório observa que o pó do extintor não impediu a visibilidade das vítimas, qualificando o comportamento dos jovens como “negligente”.

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