Hoje assinala-se o Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres.

Para assinalar este dia, o Governo lança hoje a campanha #PortugalContraAViolência. Esta campanha desconstrói ditados populares como “Entre marido e mulher não se mete a colher” e “Até que a morte nos separe” para alertar que a violência contra as mulheres, assim como a violência doméstica, são crimes públicos e da responsabilidade de todos. Mostrar que há alternativas e instituições de apoio é também um dos objetivos da campanha.

Cozinca

A Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Rosa Monteiro, e a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género lançam hoje esta campanha #PortugalContraAViolência que resulta de uma parceria com várias entidades como a Associação de Mulheres Contra a Violência, a Associação Mulheres Sem Fronteiras, a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima entre muitas outras.

Segundo texto publicado na página oficial da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG), esta campanha “enfatiza a necessidade de rutura com crenças e preceitos culturais que continuam a normalizar e legitimar a violência contra as mulheres, e deixa às vítimas e testemunhas uma mensagem de que existem alternativas”.

Alternativas essas que constituem a rede nacional de apoio às vítimas de violência doméstica (RNAVVD). Esta RNAVVD, gerida pela CIG, é composta atualmente por 166 estruturas de atendimento, 26 locais de acolhimento de emergência e 40 casas abrigo, “cobre mais de 70% do território nacional, envolve 218 municípios e, desde 2016, regista 32 733 atendimentos”.

Veja o vídeo da campanha aqui.

 

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