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Legislativas 2019: Márcia Passos, advogada, independente, é candidata pelo PSD

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Márcia Passos é candidata a deputada na lista do PSD, pelo círculo eleitoral do Porto. O Notícias Maia falou com a advogada e colocou-lhe três perguntas.

Márcia Passos é Licenciada em Direito e mestre em Direito Processual Civil – Ciências Jurídico Processuais Civilísticas. Advogada desde 1995, atua nas áreas do direito civil e direito comercial, destacando-se o direito imobiliário. É vogal no Conselho Regional do Porto da Ordem dos Advogados e docente de Processo Civil nos Cursos de Licenciatura e Mestrado em Solicitadoria na Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Felgueiras do Instituto Politécnico do Porto. É membro do CIICESI, Formadora de Processo Civil em diversas instituições e Coautora do Código de Processo Civil, editora Vida Económica.

Foi durante 3 mandatos Presidente da Assembleia de Freguesia de Vila Nova da Telha e desempenhou o cargo de Deputada Municipal. Atualmente exerce o cargo de Primeira Secretária da Mesa da Assembleia Municipal da Maia.

Notícias Maia (NM): Quais são as suas grandes prioridades para esta legislatura?
Márcia Passos (MP): Contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos portugueses, tendo especial preocupação com:
– o incremento da criação de empregos dignos, estáveis e compensadores
– a igualdade de oportunidades, independentemente do local da residência, estudo ou trabalho
– a melhoria significativa do sistema nacional de saúde
– a recuperação da dignificação da justiça e das diferentes profissões judiciárias
– a transparência e celeridade da administração pública e dos seus procedimentos/processos
– combater a instabilidade nas políticas de habitação, nomeadamente no mercado do arrendamento, lutando pela criação de modelos públicos que cumpram as funções que são do Estado.

NM: Apesar de não ser militante do PSD, foi convidada para integrar a lista Social Democrata. Acha que é um sinal que o partido quer dar à sociedade e aos políticos?
MP: Claro que sim.
O PSD tem sido, ao longo dos anos, um partido disponível para ouvir os outros e para integrar na sua família todos quantos queiram contribuir de forma ativa e saudável para servir o país. O convite que me foi dirigido, e que muito me honra, é mais um sinal desta evidência.
O sinal que o partido dá à sociedade e aos políticos é um sinal de abertura a outras formas dignas de estar na política e um sinal de respeito por aqueles que, com o seu desempenho enquanto pessoas, profissionais e autarcas, sabem trabalhar, com espírito de missão, em prol de causas nobres como é a causa pública.

NM: O que pode a deputada Márcia Passos fazer pela Maia?
MP: Pode fazer muito… e bem.
Aponto, como exemplo, quatro focos de âmbito local que serão objeto da minha atenção, caso venha a ser eleita deputada:
– As pessoas, especialmente os mais jovens e os séniores:
– defender a criação de uma residência universitária que sirva os estudantes vindos de outros concelhos e países e que escolhem a Maia para fazer o seu percurso académico e que sirva de apoio ao pólo universitário do Porto, colmatando as deficiências deste concelho quanto a residências para estudantes;
– pugnar pelo incremento de serviços públicos de assistência e apoio temporário e permanente aos séniores, prestando-lhes cuidados vários numa fase da vida em que mais precisam de apoio.
– Transportes e mobilidade:
– contribuir para que a mobilidade dentro e para fora do concelho seja cada vez mais facilitada, defendendo uma maior rede de transportes públicos e uma maior abrangência em termos de horários, de forma a facilitar as deslocações, nomeadamente dos mais jovens;
– contribuir para a correção da situação atual, altamente penalizadora para os maiatos, relacionada com a instalação dos pórticos (SCUTS) nas vias de acesso à Maia.
– Justiça: pugnar pela revisão do atual mapa judiciário no sentido de corrigir deficiências que o mesmo apresenta, nomeadamente a falta de um Juízo Central na Maia. Não é razoável que tendo a Maia o elevado número de residentes que tem, e sendo um dos mais importantes parques industriais do país, não tenha um tribunal na sede do concelho onde se julguem causas de valor superior a 50.000,00 euros.
– Ambiente: estando em curso o concurso público internacional para adjudicação da empreitada da construção de um “corredor verde do rio Leça”, acompanhar o desenvolvimento e contribuir para que a despoluição do Rio Leça venha a ser uma realidade a curto prazo.

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