“A utilização de viseira não deve dispensar o uso em simultâneo de outros equipamentos de proteção individual adequados, como a máscara”. A Ordem dos Médicos pede a alteração urgente da legislação.

A Ordem dos Médicos manifestou hoje a necessidade de “alteração urgente de legislação que recomenda máscaras ou viseiras” por considerar que usar apenas a viseira é insuficiente para garantir a segurança desejada.

Ordem dos Advogados Maia

A legislação em causa foi publicada a 1 de maio e determina o uso obrigatório de “máscaras ou viseiras para o acesso ou permanência nos espaços e estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços, nos serviços e edifícios de atendimento ao público e nos estabelecimentos de ensino e creches” e também “na utilização de transportes coletivos de passageiros”. A Ordem dos Médicos pede então que esta legislação seja alterada para que as pessoas compreendam que a viseira não substitui a máscara.

Em comunicado conjunto da Ordem dos Médicos com o Conselho das Escolas Médicas Portuguesas, pode ler-se que “a evidência científica de que atualmente dispomos sobre o uso de máscaras (comunitárias, cirúrgicas ou hospitalares) é suficientemente robusto, mas é de salientar que não existem estudos sólidos sobre o impacto da utilização da viseira, como alternativa à máscara, na redução do risco de contágio pelo novo coronavírus em termos de infeção através das vias aéreas”.

“A viseira é um bom elemento de proteção a nível ocular, confere alguma proteção das vias áreas a quem a usa, mas não confere proteção às outras pessoas. Contrariamente, a utilização correta de máscaras certificadas por todas as pessoas, confere uma elevada proteção interpessoal. Quando utiliza uma máscara, para além de se proteger, a pessoa está a proteger o outro. E vice-versa. Por isso, a utilização de viseira não deve dispensar o uso em simultâneo de outros equipamentos de proteção individual adequados, como a máscara”, garantem estes profissionais.

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